Qual o melhor final?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

guilherme willian

O pássaro Joel ao ver , a portinhola da gaiola aberta , tomou uma decisao de ficar com o seu dono ,pois a vida dele foi toda com o dono

O dono ao ver que seu pássaro Joel não havia ido embora , tomou a decisao de expandir a sua a gaiola ,quer por fim era muito pequena ,e joel passou o fim dos seus dias alegre a cantar.

....................

Fim


Ygor e Micael


     Passado um tempo o dono de Joel não teve tempo mais para dar atenção à Joel, então comprou uma canária para servir de companheira  de seu canário.O dono de Joel construiu uma moradia na arvore em frente sua casa.
     Viveram uns bons anos  ate a morte de seu amigo.Joel  e sua companheira morreram logo.Mas deixaram dois lindos filhotes morando na mesma moradia em que seu  dono construiu para ele e sua companheira .

Gabriel Cardoso,Matheus de Sousa e John Kennedy 9º A

        Abri a porta de casa e entrei com aquele vazio em mim.  Achando que Joel não era feliz. Ele ate podia ser feliz por estar comigo, mas com certeza ele iria para um lugar melhor.

Bruno, Gabriel F,Victor,Gabriel B.

Joel viu a gaiola aberta, mas ficou com medo de sair por causa do gato que estava lá em baixo. Joel não sabia mais voar, pois ficou muito tempo preso na gaiola. Então decidiu que ia esperar mais um pouco ate o gato sair. Esperou por muito tempo, minutos depois o gato resolveu beber água e essa foi a única chance dele escapar da gaiola. Nesse instante ele foi com tudo pensando que ainda sabia voar ao chegar lá em cima o seu dono apareceu e rapidamente pegou um pano capturando Joel...

Nathalia Lopes e Thais Cristina Miranda

Então Joel saiu livre para conhecer o mundo a fora, mas lembrava da sua boa vida ao lado de seu dono e voltava para visita-lo pois ele sentia saudades de seu amado dono

Júlia R., Vinicius V., Laíz C.,Bárbara C.

Joel mesmo sabendo que a gaiola estava aberta decidiu ficar com seu dono que tanto amava, pelo simples fato dele ser feliz ao seu lado.
  O canário sabia que era muito amado por seu dono, mas seu dono só queria a sua felicidade . Joel estava feliz ali, pois era seu lar, onde foi acolhido e alimentado. E queria apenas retribuir esse amor cantando e alegrando o dia de seu dono.

linniker e denis

Joel viu que a gaiola estava aberta, mas não foi embora porque gostava dali e era feliz, então continuou a morar com seu dono. Pois Joel percebeu que não precisava ser livre para ser feliz.

Gabryelle ,Laryssa e Gabriella

FINAL:
A prisão de Joel

  Logo após a gaiola ser aberta, Joel  saiu com uma inexplicável sensação de liberdade ,porém seus pensamentos ficaram presos dentro da gaiola .
Enquanto Joel voava, ele só conseguia pensar o quanto era bom estar ao lado do seu dono, sua consciência o atormentava o lembrando de todos os momentos bons ao lado de seu fiel companheiro.
Então, decidiu voltar para casa , e todos os dias quando tivesse vontade de voar livremente seu dono o libertava da gaiola e logo após um tempo ele voltava para junto do seu amigo.
*Laryssa Barbosa
*Gabryelle Souza
*Gabriella Nietiedt
Sala: 9ª Turma: A
Instituto San Damiano.

Laila,Greyce,Jessyca, Lara e Ruthiele

O canário Joel foi livre para  viver sua vida , mas sempre se lembrava do seu dono, e de vez em quanto voltava para revelo.
Enquanto seu dono está preso na mesma rotina, seu canário vive feliz recuperando o tempo perdido que ficou preso na gaiola.

Thaisão B , Marianaão , Lucão !

 Joel, ficou magoado com a atitude de seu dono e se entristeceu muito , e logo se passaram os dias e a angústia foi aumentando. Joel muito magoado resolveu partir para bem longe dali , ele sabia que seu dono iria entender , pois ele também estava sofrendo . O canário decidiu-se ir para um lugar tranquilo onde ficaria  perto da natureza. Logo pela manhã Joel soltou o seu canto para o seu dono pois essa seria a ultima lembrança que seu dono teria dele e assim Joel partiu.
Seu dono entendeu pois saberia que Joel estaria feliz onde quer que estivesse .

Ele é médico, cronista e publicou um texto sobre a prisão de seu canário Joel. Quem é ele?










A prisão do Joel

..

Dr. Luiz Fernando Panico (*)



Os primeiros sinais do amanhecer, daquele que seria o último dia de verão, fui ao encontro de Joel. Enquanto ouvia o meu canário do reino cantar, passei a limpar a sua gaiola, trocar a água e o alpiste, e assim,. com a “casa arrumada”, não seria surpresa que ele demonstrasse a sua alegria, pulando de um poleiro para outro. Em certo momento fiquei imaginando se à minha presença seria capaz de fazê-lo tão feliz. Depois de refletir sobre o assunto e ciente que não iria encontrar a resposta achei melhor seguir a minha rotina de todas as manhãs.

Ao abrir a janela da sala que dava para um terreno repleto de arvores, senti o prazer em respirar o ar umedecido pelo orvalho da noite. Com a proximidade da natureza, o meu canário, que nasceu para viver em liberdade, tornou-se ainda mais serelepe e repetia o seu cantar com a suavidade de sempre.

Naquele momento, fiquei a imaginar que ele poderia viver um momento mágico, pois era visível o seu encantamento quando os galhos das árvores, movidos pelos ventos, tornavam-se os bailarinos de uma orquestra criada pela natureza e regida pela imponência do “maestro” Joel.

Depois de conviver com este cenário de ilusões, voltei a refletir sobre a relação conflitante que me atormentava há algum tempo, então perguntei-me:

- Como pode uma pessoa almejar que a sua presença seja amável se ela mantem preso quem nasceu para viver em liberdade? Não seria sensato imaginar que o seu canto fosse tão somente um protesto sobre as suas condições de vida? 

Surpreso, percebo que Joel piava baixinho e não querendo perder o encanto de estar ao seu lado, num lampejo de hipocrisia, externei um discreto sorriso.

Atento aos seus movimentos, observei que ele mexia a sua cabeça de um lado para outro, mas logo em seguida, para minha alegria, ele voltou a cantar. 

Então, insinuei com um certo conforto:

- Seria um canto para que eu deixasse a tristeza de lado?

Envolvido pela emoção, deixei os questionamentos de lado, e, com os olhos lacrimejados passei vislumbrá-lo solto nas matas a voar sem destino.

De repente veio um impulso incontido de libertá-lo e ao abrir a portinhola da sua gaiola pressenti que ele poderia estar cantando o prenúncio da sua liberdade. Naquele momento, que foi para mim uma eternidade, observei que Joel não demonstrava o desejo de se aproximar daquele espaço que iria lhe dar o tão almejado sentido de sua vida: a liberdade de ser feliz. 

Com a angústia se dissipando, fiquei a imaginar que o seu comportamento poderia ter uma relação com seus anos de vida quem sabe estaria receoso de enfrentar as adversidades de um mundo desconhecido, ou quem sabe aquelas imagens seriam apenas um desejo egoísta de minha parte?

Demonstrando estar alheio ao meu mundo de conflitos, ele continuava com seus movimentos graciosos num cantar sem fim. Convencido que ali era o seu lugar, eu não deixaria de ouvir a beleza de seu canto no despertar das minhas manhãs. Fechei a portinhola da sua gaiola e com um sentimento imensurável de felicidade, fui para quarto.

Preocupado com o horário do meu trabalho, despedi-me, um tanto afoito da minha mulher e dos filhos Ao passar pelo meu canário, disse-lhe:

- Joel, sinto que você é feliz.

Ele mexeu a cabeça com a mesma meiguice de sempre e voltou a cantar. Do corredor eu ouvia a suavidade do seu canto. Dominado pelo instinto, abri a porta, aproximei-me da sua gaiola e despedi-me do meu companheiro de belas manhãs:

- Você é livre, mas eu estou indo para a minha prisão de rotina.